Vejo passar o tempo
Pensando em ver-te sorrir,
Imaginando acordar a teu lado
Ficar a ver-te dormir
Acariciar teu lindo rosto
Acordar-te com um beijo,
Sentir o teu calor
Na chama do desejo
Ver-te sorridente
Ter-te nos meus braços,
Perder-me nos teus beijos
Encontrar-me no teu regaço
sábado, 10 de setembro de 2011
Pensamentos em Vão
terça-feira, 19 de julho de 2011
Esta Dor De Te Amar!
Vejo-me em sombras escondido
Nos recantos do teu olhar,
Na tua presença, sinto-me perdido
Quando me encontro, sem me encontrar
Rogo a Deus, o pranto meu
Quando te toco com olhar,
Tenho no peito um sonho teu
Que nem em sonhos, queres sonhar
Deixo que me leve o vento
Bem para longe, para qualquer lugar,
Onde possa apagar do pensamento
Esta dor de te amar!
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Era Quase Meio-Dia
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Já o sol se queria deitar,
Andava eu, quase fugia
Escondendo-me para te encontrar
Escondido atrás de uma rosa
Para que não me pudesses ver,
Sorria eu em prosa
Pois em verso não sei ler
Cantava eu calado
Aquando em silêncio me segredavas,
Sorria o vento já cansado
Enquanto numa nuvem te deitavas
Assim que te levantaste
Da pétala em que te sentaras,
Fiquei eu, louco e pasmado
Com o segredo que me desvendaras
Ouvi um pássaro chilrear
Tu sorriste meio encantada,
Com a suave brisa do mar
Naquele campo, sem nada
De um torrão de açúcar
Onde viste papoilas a voar,
Num momento encantador
De um dia por inventar
Encantavas o sol doirado
Que já há muito não se via,
Sorrindo, perdidos no tempo
Era quase meio-dia
Já no céu, sorria a lua
Cantavam alegres, os peixes no mar,
Beijando eu a boca tua
Como se nas nuvens pudesse poisar
Tu que das estrelas me chamavas
Deitado no chão eu te sorria,
Já o sol se queria deitar
Era quase meio-dia
quinta-feira, 3 de março de 2011
Esquecer-te, eu não consegui
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
No Silêncio Do Teu Olhar!
Apaixonei-me por ti
Sem saber o que fazia,
Hoje finjo nada sentir
Para não te ver partir um dia
Feito cinzas pairando no ar
Como se em chamas podesse arder,
Quem me dera ser noite de luar
Para no meu manto te poder ter
Meu pranto não mais irás ouvir,
Meu sofrimento, histórias do passado,
Feito estrela que não pode reluzir
Num sonho que não fora sonhado
Sou chama de fogo que não arde
Mero esboço de um poema devasso,
Sou em sonhos alma de cobarde
A teus olhos, a sombra do fracasso
Sou alma perdida, em corpo de gente
Quem me dera uma dia me encontrar
Estando longe, sinto-me presente
No silêncio do teu olhar!