segunda-feira, 15 de junho de 2009

Tenho o que não mereço (part. V)

Mas para quê esperar?
Se o verdadeiro amor quase nunca encontramos,
Nem nunca encontraremos
Aquele ser por quem esperamos,
Se esta vida soubesse
O quão dura é,
Jamais deixaria,
Um ser morrer de fé,
Fé de amar,
Fé de sentir,
Fé de acreditar
Fé de cumprir,
Fé de aceitar...
Mas para quê ter fé,
Se a fé, em nada resulta,
Não nos devolve a vida,
E só nos faz sentir culpa
Culpa esta,
De não ter tido coragem de admitir,
Nem tão pouco de divulgar,
O amor que se sente
O amor que se quer dar,
Que se quer dar,
Mas por medo não se deu,
Pois na incerteza,
A coragem desapareceu.


É por estas, e por outras,
Que nem sempre felizes nos sentimos,
Mas tentamos sempre os outros enganar,
Quando para eles olhamos e sorrimos,
Sorriso esse que aos outros engana,
Mas que faz o coração chorar,
O que nos dá forças, para combater,
E os outros ajudar,
A mim me vou perder,
Para os outros amar,
Amor esse que me faz sofrer,
Que a mim dá vontade de morrer,
E até da vida esquecer,
Pois passo a viver,
Para amar, e só amar
Amar aquele ser que merece,
Aquele ser que me ama,
Ou mesmo aquele que me esquece
O amor é assim

4 Pedrinhas Lançadas:

Mariana Dore disse...

É... o amor não é como deveria ser. É altamente decepcioante sonhar com algo tão bom, e descobrir que ele doi, fere e faz chorar. Mas que sentimento contraditorio é esse que move o mundo?

;D

Ro disse...

Olá, João...Passando pelo meu antigo blog, ví que estivestes lá em visita, resolvi retribuir e me confesso surpresa com o que lí...De muito bom gosto, cheio de sentimentos....
Agora espero que me visites em minha nova casa, a qual se chama Poetisando....Te aguardo.

Vieira Calado disse...

Uma interessante dissertação

sobre o amor.

Um abraço

DE VEZ EM QDO VENHO AQUI disse...

q lindo texto!!amor é assim,inexplicável!!
bj na alma!!vc é especial menino!!!!
lane

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