sexta-feira, 28 de maio de 2010

Já Há Muito Que Não Escrevia!

A Ansiedade de te ver
A vontade de te beijar,
Deixa no meu peito a angústia
Da verdade que te vou contar

Já há muito que não escrevia
Pois não tinha motivo para o fazer,
A imaginação que já há muito se escondia
Voltou com a vontade de te ver

Teus olhos são pétalas de uma rosa
Que no pensamento posso imaginar,
São tuas palavras os espinhos
Que não me deixam de ti aproximar

3 Pedrinhas Lançadas:

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Bom Dia! A tarde é de oiro rútilo, esbraseia, vamo contempla-lá?
Beijos, querido João! Lindo poema, de deixar a lagriminha rolar.



A tarde é de oiro rútilo: esbraseia.
O horizonte: um cacto purpurino.
E a vaga esbelta que palpita e ondeia,
Com uma frágil graça de menino,

Pousa o manto de arminho na areia
E lá vai, e lá segue o seu destino!
E o sol, nas casas brancas que incendeia,
Desenha mãos sangrentas de assassino!

Que linda tarde aberta sobre o mar!
Vai deitando do céu molhos de rosas
Que Apolo se entretém a desfolhar...

E, sobre mim, em gestos palpitantes,
As tuas mãos morenas, milagrosas,
São as asas do sol, agonizantes...
Florbela Espanca*


Be happy always************

Beatriz disse...

ola Joao!

Sempre com belas palavras de amor...

Saudades de te ler!

Beijinho e o meu sorriso.
Bea

joesio disse...

É, meu amigo, se há muito não escrevias, agora tens motivos de sobra para escrever: as pétalas da tua rosa que enxergam o grande amor que há em ti.

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